sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A hora e a vez

A ONG EPA BARRUS, mostrou a sua capacidade de ação, fazendo um excelente trabalho de conscientização, na Escola Municipal João Luiz de Oliveira.

A palestra foi proferida pela Geógrafa Luciane Puglise Marreto, que enfocou a importância de não depositar o óleo de fritura usado no Meio Ambiente.


Os alunos assistiram atentamente as explicações das ações nocisas do óleo de fritura, incluindo a obstrução da rede de esgoto, quando o mesmo é depositado no ralo da pia.


A turma participou ativamente, indagando quando havia dúvidas.


A ONG EPA BARRUS, é direcionada à estudos e pesquisas, mas desta vez, a sua prática está voltada, para a conscientização.


O Filósofo Fábio Sousa, também, membro da ONG EPA BARRUS, reforça a ação, com descontração e sabedoria.


Após a palestra, os alunos que trouxeram óleo, receberam os cupons e depositaram na urna. Este cupons serão sorteados na próxima semana.


A lição foi bem ensinada, pois os alunos estão com força total no recolhimento de óleo de fritura usado.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Reunião Granol e ONGs

A equipe coordenadora do Projeto de Recolhimento de Óleo de Fritura Usado, se reuniu hoje pela manhã, para traçar metas de motivação junto às ONGs, nas Escolas Municipais participantes do Projeto.


Armínio Filho da Granol, ouviu os membros das ONGs, e sugeriu que na próxima semana, sejam feitos os sorteios dos brindes nas cinco Unidades Escolares, independente da quantidade de óleo recolhido, como forma de motivar o maior número de recolhimento.


Luciane Puglise Marreto da ONG EPA BARRUS, apresentou a sugestão de se trabalhar o Gibizinho em grupo com os alunos. Fato este que agradou os presentes, pois visa a redução de exemplares e consequentemente a produção de lixo. A sugestão ficou registrada para o próximo ano.




A ONG ECO DO FUTURO, apresentou a ção de uma passeata com cartazes de conscientização do recolhimento do óleo de fritura, sugestão esta que também ficou registrada para o próximo ano.


Encerrando este momento, Armínio agradece o empenho de todos e ressalta a importância de se trabalhar na questão da quantidade de óleo recolhido, pois teremos em dezembro/09, uma Audiência Pública, onde estaremos apresentando as ações realizadas neste trimestre e ações para o ano de 2010.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Aquecimento no Brasil

Uma verdade conveniente

O Urso Polar e o Aquecimento Global

Saiba mais sobre o Carbono Neutro

Carbono Neutro


Neutralize sua emissão.


O tema ambiental colocou na mídia um novo jargão que faz o mais sofisticado intelectual sentir-se deslocado e incapaz de acompanhar a conversa da atualidadae. Na verdade, não faz muito tempo que o assunto ganhou as telas dos cinemas com o famoso longa do Al-Gore.

A nova terminologia vai se construindo no rastro da pesquisa científica e das descobertas tecno-ecológicas (aí já vai uma!). Carbono zero e carbono neutro são termos ainda desconhecidos do público em geral. Carbono zero quer dizer ausência de emissões de dióxido de carbono para produzir energia. Uma casa “carbono zero” não utiliza eletricidade, gás, querosone ou qualquer combustível fóssil para funcionar. Também não poderia ter uma lareira alimentada com lenha, pois a queima da madeira libera o gás carbônico, conhecido como CO2.


Se uma casa é considerada “carbono neutro” significa que ela pode usar algum tipo de combustível fóssil, mas possui um sistema de compensação para as emissões de carbono. Algumas cidades na Alemanha, por exemplo, ainda usam o gás para cozinhar, mas já possuem um sistema de energia eólica que compensa as emissões nocivas ao meio-ambiente.
Algumas situações podem trazer confusão. Uma casa pode ainda se dizer carbono neutro, mesmo se usar a lenha para o churrasco. Isto é possível porque a quantidade de CO2 que está sendo liberada com a queima já foi compensada com o período de crescimento da árvore. O total de CO2 na atmosfera depois da queima da madeira é o mesmo de antes da árvore ser plantada. A árvore cortada terá que ser então replantada. Caso contrário, o processo não poderá ser considerado “carbono neutro”.
Neutralização de Carbono é uma atitude voluntária que consiste na retirada de uma certa quantidade de Carbono da atmosfera, emitida pela queima de combustíveis fósseis, através de investimentos em projetos ambientais.
Pode-se neutralizar a fabricação de um determinado produto, a prestação de todo tipo de serviços, processos de vendas, funcionamento de instalações industriais, escritórios ou núcleos operacionais.
Há possibilidade de se neutralizar viagens ou a locomoção de executivos e funcionários, canais de distribuição, atividades de comunicação, promoção e eventos, próprios ou patrocinados. Cabe à empresa interessada a decisão de neutralizar o que considera mais adequado aos objetivos mercadológicos almejados e à disponibilidade de recursos que pretende investir.


Uma vez detectadas e quantificadas todas as emissões, a neutralização é feita por meio da compensação em projetos ambientais, que poderão estar no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Esses projetos poderão abranger:

Recuperação Florestal

Árvores nativas plantadas em áreas antes devastadas, formando novas matas perenes. O número de árvores e a área a ser plantada dependerão da quantidade de emissões a ser neutralizada. No bioma da Mata Atlântica, em média, a cada cinco árvores plantadas é possível neutralizar a emissão de uma tonelada de carbono. Cada hectare comporta, em média, até duas mil árvores, ou seja, possibilidade de neutralizar até 400 toneladas de carbono. A relação árvores/tCO2e varia em função das características de cada bioma – Cerrado, Floresta Tropical, Semi-árido. As áreas recuperadas serão regularmente auditadas.

Conservação e desmatamento evitado



Esta opção envolve a manutenção de florestas existentes nos principais biomas nacionais, a saber: Mata Atlântica, Floresta Amazônica e Cerrado, com estoques de carbono variando de 150 a 290 t CO2 por hectare conservado e protegido. A adoção de florestas, sua conservação e perenização ficou fora do "Protocolo de Kyoto" para efeitos do chamado MDL - mecanismo de desenvolvimento limpo. Mas sua inclusão pós 2.012 é considerada como praticamente certa, pela importância estratégica na manutenção dos estoques de Carbono existentes.



Faça parte dessa ação.
Ela é minha, é sua, é nossa meta para promover um mundo melhor.


Faça os cálculos de emissão de CO², através do link abaixo:


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quem sabe faz ao vivo

Os alunos do Curso de Gestão Ambiental da Faculdade Católica de Anápolis, que são parcerios no projeto OFU, realizaram no dia 12 de novembro, uma sensibilização com os alunos da Escola Municipal Alfredo Jacomossi, na Vila Norte, em atendimento ao rescolhimento do óleo de fritura usado.






 Os alunos aprenderam e se divertiram, com as dinâmicas utilizadas.







De palhaçada e palhaçada, a mensagem foi transmitida e o objetivo da conscientização, foi atingido.

Direcionados pelo Diretor da Casa do Artesanato Sinomar Fonseca, que também é aluno do Curso de Gestão Ambiental, todos vestiram a camisa da Campanha e são fortes concorrentes ao Prêmio da Bicicleta, oferecida pela GRANOL - Anápolis.
Logo estarei relatando as ações das ONGs, nas outras 4 Escolas Municipais.